domingo, 24 de outubro de 2010

79,5 à lupa

Domingo, dia de pesagem. Estava convicta que ia ter um bom resultado. Subi para a balança logo de manhã, ainda não eram 8h30m.
79,5.
Desci, vesti-me lentamente e senti uma raiva a dominar-me o espírito. Primeira vontade: acabar com o resto da mousse do jantar.
E aí fez-se luz, mousse de chocolate. Comi duas taças. E mais duas colheresitas roubadas enquanto conversávamos. A verdade bateu-me fria na cara. Tinha engordado 1 kg e a culpa era minha.
Não, não foi a mousse. Ou não foi a mousse.
Foi o almoço de domingo que comi fritos.
Foi o jantar de segunda-feira que comi 3 pães entre o começar a jantar e o acabar de jantar.
Foi o jantar de quinta-feira que comi batatas fritas e pão ao jantar.
Foi o almoço de sábado que comi sandes. Foi o lanche de sábado que comi croissant e bolo.
E tudo acabou no jantar de sábado que comi queijo como uma doida, bebi vinho como quem não está de dieta e comi a bendita mousse.
Muito me adianta ir à piscina e comer sopa ao almoço, aliás adianta. Só engordei 1 kg. Senão teriam sido para aí uns 2 ou 3.

Chega! Acaba agora! Já! Hoje! Nada de: começo na segunda! Nada de: hoje é domingo! Nada de: depois compenso com a piscina. Está visto que não chega. Está visto que não basta.

A partir de hoje, de agorinha, deste momento, estou em fase de restrição. Não há sequer o dia de soltar a franga. Para ter direito a pecar é preciso merecer, e até agora não mereci.

Começo a apontar o que como. Tudo o que como. Para sentir vergonha.

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